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Desvendando o significado dos 6 principais termos da estética

Existem muitas expressões comuns ao universo da estética e beleza que são muito utilizadas, mas pouco compreendidas. Esses termos geralmente estão presentes nos rótulos dos cosméticos e nas propagandas dos mais variados tipos de produtos.

Por exemplo, você sabe a diferença entre “oil free” e “não comedogênico”? Tem noção do perigo por trás dos tão falados “radicais livres” e sabe como os antioxidantes são capazes de reverter os danos causados por eles? Nós vamos esclarecer todas essas dúvidas, já! Afinal, não basta conhecer os produtos e saber os resultados que eles exercem em nosso corpo, é preciso entender o significado dos seus ativos e benefícios para ter a certeza de que se está adquirindo o produto ideal.

Selecionamos os 6 termos mais utilizados por nós e pelo mercado. São eles:

  1. O que classifica um produto como “não comedogênico”?

– Comedão é o nome científico para cravo, aquele pontinho escuro presente nos poros do rosto. Portanto, a expressão “não comedogênico” classifica produtos que não aumentam a obstrução dos poros e não favorecem o aparecimento de cravos. Os produtos não comedogênicos são os mais indicados para peles oleosas.

  1. Qual o significado de um produto “oil free”?

– Um produto oil free é livre de óleo em sua composição, mas isso não garante que ele seja “não comedogênico” e não provoque o surgimento de cravos e espinhas.

  1. O que são radicais livres e o que causam?

– Os radicais livres são moléculas instáveis liberadas pelo nosso organismo e que podem causar reações degenerativas. Naturalmente, não são nocivos ou prejudiciais, mas quando presentes em excesso, atacam e destroem as células e estruturas sadias do corpo. Uma alimentação inadequada, consumo excessivo de álcool e tabaco, exposição ao sol e à radiação ultravioleta, estresse e poluição são alguns dos fatores externos que aceleram a produção dos radicais livres.

  1. O que causa a oxidação da pele e das células?

– A oxidação celular é um processo que atinge a estrutura das células e destrói componentes nobres como o colágeno e a elastina, além de acelerar a produção de radicais livres. A oxidação celular intensifica o processo de envelhecimento e provoca a perda de brilho, viço e elasticidade da pele.

  1. O que são os antioxidantes?   

– Os antioxidantes estão diretamente ligados à regulação dos radicais livres. São as substâncias que inibem ou retardam o processo de oxidação e combatem os efeitos nocivos dos radicais. Trata-se de um conjunto poderoso formado por minerais, pigmentos naturais e compostos vegetais, presentes inclusive em muitos alimentos, como frutas, legumes, verduras e hortaliças. São encontrados nas vitamina A, C, E, no betacaroteno, nos flavonoides (nozes e sementes) e nos óleos vegetais.

  1. O que são o colágeno e a elastina e quais as suas funções?

– Ambos são proteínas estruturais, produzidas e utilizadas pelo nosso organismo. São componentes proteicos de órgãos como a pele, assim como das cartilagens e ossos. A elastina tem propriedades comparáveis às da borracha, podendo ser esticada várias vezes e voltar à sua dimensão inicial, e é encontrada no tecido elástico dos pulmões, nos grandes vasos e nos ligamentos. Já o colágeno é responsável pela sustentação das células e por conferir firmeza e elasticidade à pele, sendo produzido naturalmente pelo organismo – porém, essa produção tende a cair com o passar dos anos. Ele é importante para manter as células firmes e unidas – não só da pele, mas também para a integridade de outros tecidos.

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Tudo que você precisa saber sobre a vitamina C

Sempre ouvimos falar muito sobre a vitamina C, mas você sabe quais são as reais funções e a importância dela para o seu corpo?

A vitamina C é um poderoso antioxidante que combate a formação dos radicais livres, o que significa que ela tem a capacidade de proteger o organismo contra os danos provocados pelo estresse oxidativo – que, por sua vez, é ocasionado naturalmente pelo corpo humano. Nós, seres humanos, não produzimos vitamina C, e por isso precisamos obter esse nutriente através da alimentação e de suplementos vitamínicos.

Essa vitamina é considerada um nutriente essencial, necessário para várias reações metabólicas, além de ajudar as células do organismo a crescerem e permanecerem sadias – principalmente as células dos ossos, dentes, gengivas e dos vasos sanguíneos. Ela também é necessária para combater infecções, atuar na absorção do ferro, reduzir o nível de triglicerídeos e de colesterol e fortalecer o sistema imunológico.

Ela é maravilhosa, não é? Entretanto, a vitamina C faz parte do grupo das vitaminas hidrossolúveis e, como a maioria delas, não é armazenada em nosso corpo, sendo eliminada em pequenas quantidades através da urina. Por isso é tão importante consumi-la diariamente!

Benefícios comprovados da vitamina C:

Tem como principal função fortalecer o sistema imunológico, aumentando nossa resistência a infecções, gripes e resfriados, além de favorecer a absorção do ferro, ajudando a evitar a anemia;

Afasta problemas no trato respiratório, pois estimula a formação de macrófagos – células que englobam e depois eliminam as “bactérias do mal”. Só que não adianta investir no nutriente apenas com o quadro já instalado. Para deixar o sistema imune forte e menos suscetível a doenças e resfriados, o indicado é consumir alimentos que são fontes da vitamina regularmente;

Evita o envelhecimento da pele por ser essencial para a produção natural de colágeno pelo organismo. O colágeno é a proteína que proporciona sustentação e firmeza para a pele. Além disso, a vitamina C protege contra a degradação de colágeno e, por essa razão, também proporciona resistência aos ossos;

Melhora a absorção do ferro no organismo. O ferro é importante para prevenir a anemia, que causa um estado de desânimo, lentidão de raciocínio, falta de foco e sonolência;

Também contribui para prevenir problemas de visão em decorrência do envelhecimento. Isso porque o nutriente é um dos fatores que agem contra a degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção de detalhes. Outros nutrientes que evitam esse problema são os betacarotenos, a vitamina E, o zinco e o cobre.

Então, quer saber onde encontrá-la? Na natureza!

Os alimentos mais ricos em vitamina C são as frutas e os vegetais. Frutas cítricas, salsa, couve-flor, batata, brócolis, morango, goiaba e manga são alguns exemplos de fontes da vitamina – que também está presente em certos cortes de carne, especialmente o fígado. Destaque para acerola, kiwi, abacaxi, laranja, maçã e pera. Na prática, o kiwi possui mais vitamina C do que a laranja!

Agora, o fruto que possui a maior concentração dessa vitamina no mundo é o kakadu, uma fruta oriunda da Austrália e que contém 100% mais vitamina C do que a laranja. Incrível, não?

Entretanto, é preciso prestar atenção ao consumi-la, pois a vitamina C é a mais frágil das vitaminas: ela é sensível à luz, à temperatura e ao oxigênio do ar. Um suco de laranja natural, por exemplo, perde o seu conteúdo de vitamina C em 15 a 20 minutos após ter sido preparado. Portanto, beba-o sempre fresco, na hora e aproveite todos os benefícios! 😉

Gostou? Deixe seu comentário contando qual a sua forma preferida de consumir vitamina C.

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Saiba como se livrar das olheiras

Noites mal dormidas, ressaca e cansaço são alguns dos fatores que podem contribuir para o aparecimento das manchas escuras embaixo dos olhos. No entanto, nem sempre a fadiga e o estilo de vida agitado são as reais causas das olheiras. Algumas pessoas têm tendência para o acúmulo de melanina na região dos olhos, caracterizando o problema como genético.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, são três as causas básicas das olheiras: deposição de pigmentos escuros produzidos pelos melanócitos, um tipo de célula da pele; peles finas demais, que permitem a visualização dos vasos capilares; e presença de vasos capilares de coloração muito escura, dada pelo sangue, que ficam perceptíveis na pele.

Maus hábitos no cuidado com a pele e alimentação podem intensificar a quantidade e a cor das olheiras, mas se você se prevenir – mudando um pouquinho sua rotina diária – e tomar alguns cuidados, poderá evitar o aparecimento delas.

Como identificar?

Para tratar corretamente, é preciso identificar o problema que ocasiona a olheira. A cor acastanhada é geralmente causada pelo excesso de melanina. Já a arroxeada é causada pelos vasinhos de sangue. Para certificar-se, faça um simples teste em casa: limpe bem o rosto, vá em frente a um espelho e estique a pele da olheira para baixo. Se você conseguir ver os vasinhos, significa que a pele está arroxeada. Se a pele continuar escura, é excesso de pigmentação.

Quais os tratamentos indicados?

Quando a olheira não é crônica nem hereditária, algumas soluções caseiras – as clássicas receitinhas de vó – podem ajudar a amenizar a aparência. Experimente utilizar compressas de água gelada ou de chá de camomila gelado por 5 a 7 minutos, nos dias de maior intensidade. Isso diminuirá o inchaço e o aspecto de cansaço, pois melhorará a circulação na área. Pepinos gelados, cortados em fatias, também são ótimas opções que ajudam a clarear.

Dormir bem, assim como evitar o consumo de açúcar, álcool e cigarros, também ajuda. Use sempre óculos escuros quando se expuser ao sol – o filtro das lentes UV funciona como prevenção e diminui a produção de melanina na região. Hidrate a região dos olhos: procure um hidratante leve e com ingredientes naturais.

Existem cremes específicos para a área dos olhos que podem amenizar as olheiras e devem ser aplicados diariamente, até duas vezes ao dia. Os ativos escolhidos vão depender da causa. Vitaminas e colágeno, por exemplo, são bem recomendados. Procure por texturas em creme, sérum ou gel, com base de vitamina A, D, C, K, ácido mandélico e ácido tioglicólico – como o Dermosoft Day Creme da Extratos da Terra, que contém colágeno marinho e pró-vitamina D em sua fórmula, ativos de rápida absorção que combatem não só as olheiras, mas também bolsas e inchaço.

Agora, se as suas olheiras não são causadas por fatores externos, o ideal é procurar um especialista em tratamentos estéticos e dermatológicos. Quando feitos logo no início, o índice de melhora e cura da olheira é bem maior. Entre os tratamentos estão o peeling, o laser ou luz pulsada e o preenchimento com ácidos:

  1. Peeling de ácido tioglicólico: usado para neutralizar o escurecimento. As olheiras são reduzidas em até 90%;
  2. Tratamento a laser: é o tratamento menos agressivo, indicado para melhorar o pigmento e a flacidez;
  3. Luz intensa pulsada: utilizado em olheiras com acúmulo de melanina, sardas e vasinhos. Ativa o colágeno, reduzindo a flacidez e também as rugas;
  4. Preenchimento com ácido hialurônico: indicado para diminuir a profundidade, pois preenche a área abaixo dos olhos. Não age na pigmentação, mas melhora a cor da olheira.

Consulte um dermatologista ou profissional da área estética e avalie os melhores tratamentos para o seu caso. Lembre-se das dicas acima, use os produtos certos e diga adeus às olheiras!