As principais diferenças dos tratamentos para clareamento da pele

Os tratamentos clareadores de pele são uma área de grande demanda e são um desafio para os profissionais da área de estética porque variam de pessoa para pessoa. O primeiro passo de qualquer clareamento é o uso correto do filtro solar. Com isso, novas manchas são evitadas durante o processo, que pode ser demorado e demanda paciência e disciplina.

Os tratamentos mais efetivos são longos e diários. Os ativos clareadores devem ser aplicados diariamente sobre a pele e não devem causar fotossensibilização nem inflamação descontrolada. Isso porque toda vez que causamos inflamação na pele, temos o estímulo da melanina que tenta nos proteger da agressão. Por causa dessa melanina, os métodos ablativos drásticos acabam causando um efeito rebote e trazem mais manchas em longo prazo.

O que são os métodos ablativos?

São aqueles métodos que retiram as células superficiais da pele (removem o epitélio), causando profunda descamação e sensibilidade. Os ácidos, por exemplo, são importantes auxiliares nos tratamentos de manchas, mas não são os únicos que devem fazer parte do processo e, quanto menos agressão eles causarem à pele, melhor o resultado no clareamento. Ácidos com pH em torno de 3,5 e concentração aproximada de 10% são excelentes indicações para peelings cosméticos.

Métodos como microagulhamento, quando bem aplicados e indicados, funcionam como um facilitador para normalização e controle da melanina. Isso porque, usados corretamente, não causam o efeito rebote nem desepitelização. Outra opção são os métodos fototerápicos, que são coadjuvantes nos tratamentos clareadores. É importante lembrar que nenhum método será efetivo sem o uso diário de proteção solar e de ativos clareadores.

E a nossa principal dica é que para obter bons resultados, profissional e cliente precisam trabalhar juntas! A responsabilidade é de 50% para cada um. 😉

Elizete Garcia

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